Lua Crescente

Conforme Prieto, segue a Relação das Luas e os Rituais correspondentes:

  • Lua Crescente: faz o desejo crescer, dá uma força maior à invocação
  • Lua Cheia: momento de grande poder, ideal para qualquer invocação
  • Lua Minguante: banir, restringir, diminuir
  • Lua Nova: banir o mal, quebrar feitiços

 

Segundo Cunningham

Como Utilizar os Ritmos Lunares

Esteja atenta à fase da Lua que estamos atravessando e como ela se relaciona com o corpo e a mente. Quando não estamos sintonizados com essas fases, podemos nos esforçar demais, a ponto de ficarmos exaustos ou desestimulados. Atividade durante a Lua crescente se equilibra com repouso e reflexão na Lua minguante.

 

De acordo com Virgatchik ,

O símbolo da Lua crescente é associado ao ciclo de crescimento e de fertilidade, porque é nessa fase que a Lua tem mais tempo para crescer, o que na antiguidade foi comparado com "a dilatação do útero de uma mulher grávida". A Lua Nova (conjunção do Sol e da Lua) provou ser a melhor época para se plantar e era considerada adequada para a "cópula do homem com a mulher". Em muitas línguas antigas, as palavras para Lua e menstruação são estreitamente ligadas: mens, em latim, também está aparentemente associada a mente e mental; a mente compartilha com a Lua a tendência a mudanças.

No Tarô, a carta da Sacerdotisa tem simbolismo lunar; ela incorpora a etapa de equilíbrio entre os dois Pilares cabalísticos do Perdão e da Severidade, branco e preto, com a Lua Crescente aos seus pés e usando um toucado com chifres.

Freqüentemente, as deusas lunares se desdobravam também em deusas da Terra, incluindo Gea ou Gaia, Rea, mãe de Zeus, Perséfone (a Proserpina romana), e Deméter (a Ceres romana). Mais tarde, Ártemis foi associada à Lua Crescente, Afrodite, à Lua Cheia, e Hécate, novamente, à Lua Minguante.

Ártemis era conhecida como a donzela virgem, selvagem e caçadora, a soberana dos animais não domesticados e a irmã gêmea de Apolo, o Deus do Sol. Era a protetora da gravidez das mulheres e do parto, e, como a Diana romana, governava a fertilidade da natureza, sendo chamada de "aquela que abre o útero". Ela aceitava oferendas de mulheres para intensificar sua natureza procriadora, garantir um parto fácil e seguro e o bom desempenho das funções maternas. Na Ásia Menor, Ártemis era associada à prostituição e ao amor sexual selvagem, podendo, por esta razão, ser confundida com a Afrodite inspirada em Ishtar, uma sedutora e imagem arquetípica da sexualidade e da habilidade feminina de provocar paixão e luxúria. Como a deusa do amor, ela evocava a masculinidade do homem, assim como sua dependência de seus instintos maternais, o aspecto dualista da mulher ao expressar sua natureza sexual.

 

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Abraços e até a próxima,

Isabel Stumpf Mitchell - Tarô Terapêutico, Numerologia, Ervas, Benzimento e Terapias Integrativas.

(51) 99925.0421 | isabel@isabelmitchell.com.br

 

 


Referências:

  • CUNNINGHAM, Donna. A Lua na Sua Vida. O poder mágico e as influências sobre as mulheres. Tradução de Alice Xavier de Lima. - Rio de Janeiro: Record: Nova Era. 1999.
  • VIRGATCHIK , Ilya. A Lua, sua influência sobre o homem e a natureza. Editora Pensamento, São Paulo: 1983.
  • PRIETO, Claudiney. Wicca A Religião da Deusa. Editora: Gaia, 2009.

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